Relacionamento Interpessoal e Feedback – Uma parceria de Sucesso.

Como se garantir resultados sustentáveis?
É tão surpreendente afirmar que teremos muito mais resultados se o ambiente entre as pessoas for bom!
Afinal, precisaríamos afirmar isso?
Infelizmente parece que sim, mesmo que o fator gregário do ser humano seja unanimidade, desde os primórdios da civilização.
No entanto, admitimos, manter um relacionamento interpessoal adequado é esforço diário, não é um fato natural.
Encontramos razões mais diversas possíveis para não “simpatizar” com alguém. Desde uma mal entendido, passando pelas preferências dos chefes, resvalando nas competições sobre tudo até…não sabemos porque, mas “não gosto dele (dela).
O tema é bem abrangente, mas como temos que ser objetivos vamos direto ao ponto. A base do relacionamento interpessoal é: o Relacionamento Intrapessoal.
Isso é: se o relacionamento interpessoal refere-se aos outros, o Relacionamento Intrapessoal responde á “como nos relacionamento conosco”. Ou seja, como enfrentamos nosso maior inimigo.
É neste ponto que temos que nos deparar com todos os fatores que fazem e fizeram parte de nossas vidas. De forma geral dentro de um raciocínio de causa e efeito, afinal nós somos o que fazemos e o que sentimos.
Estamos falando de desenvolvimento e do seu primeiro passo, o autoconhecimento. Não poderemos exercer uma ação efetiva de desenvolvimento sem esse esforço inicial de autoconhecimento. No próprio planejamento estratégico organizacional iniciarmos pela identificação dos pontos fortes e fracos.
É aqui que o Feedback dá sinal de vida. Já afirmamos que não há desenvolvimento sem feedback. Por exemplo, qual a nossa expectativa após a prova? Resposta: A nota, ou seja, o feedback.
Não conseguiremos desenvolver sem o feedback que também nos possibilita ter uma melhor compreensão de como os outros nos vêem. Que imagem eles tem de mim? Como trabalhar a percepção dentro das organizações.
Tudo isso para que? Definitivamente, para melhorar a produtividade e ter mais lucro. Sem qualquer dúvida.
E é nesse ponto que salientamos: Quando vão dar o crachá para a Emoção? Que estória é essa de dizer que contratamos só o profissional (a pessoa fica lá fora)?
Ou deixe os seus problemas pessoais do lado de fora da empresa! (será que existe um guarda malas do tipo: guarda problemas – deixe aqui os seus problemas e retire após o expediente).
Já está mais que na hora de enfrentarmos essa situação de maneira objetiva e….humana.
Para encerrar vou comentar um fato ocorrido durante umas das pesquisas de Grogory Bateson (pensador e pesquisador inglês da área de comportamento em geral): analisava-se o processo de aprendizagem dos golfinhos. A cada dia de treinamento era reforçado um novo tipo de salto dando-se um peixe para o golfinho quando desse o salto esperado.
Um fator importante é que o golfinho só ganhava um peixe (reforço) se o salto fosse novo (saltos antigos não eram reforçados).
Os golfinhos são, reconhecidamente, inteligentes e, em 15 dias estavam prontos para um espetáculo.
Mas Bateson percebeu um detalhe estranho pois o treinador jogava peixes ao golfinho fora do treinamento. Bateson questionou por que. O treinador respondeu: “Ah, é para manter as coisas amigáveis, naturalmente. Afinal, se não tivermos um bom relacionamento ele não vai se dar ao trabalho de aprender alguma coisa” .

Pois é, golfinhos!

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